Hamm retorna de aposentadoria e se vê aspirante ao ouro olímpico

Fevereiro 11, 2008 por natanaelgarcia2

te

O norte-americano Paul Hamm, atual campeão olímpico de ginástica artística na classificação geral por aparelhos, encerrou seu período de “férias voluntárias” e já se vê como aspirante ao título nos Jogos de Pequim, em agosto.

Em sua primeira competição depois de dois anos e meio, em torneio nos Estados Unidos disputado no fim de semana, Hamm ficou com o título com facilidade.

O resultado fez com que o ginasta já se empolgasse com a possibilidade de ir a Pequim e conquistar outro ouro. Para isso, ele vê como obstáculo o chinês Wei Yang. “De nenhuma maneira eu penso que posso vencê-lo, mas sei que posso fazer isso se ele cometer algum erro.”

Para os companheiros de Hamm na seleção dos EUA, ele é, desde já, um dos favoritos. “Ele não tem nenhum ponto falho”, disse Sasha Artemev, bielo-russo naturalizado americano. “É forte nos seis aparelhos, enquanto Wei falha na barra. Para mim, Hamm é o homem a ser batido.”

Hamm, 25, voltou aos treinamentos há sete meses. No período afastado, o ginasta se dedicou aos estudos e finalizou a faculdade de contabilidade.

Vejam a incrível série de barra fixa das Olimpíadas de Atenas:

Devido a poluição de Pequim, delegação americana usará mascaras

Fevereiro 7, 2008 por natanaelgarcia2


Se depender do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, a delegação norte-americana vai ser a mais “mascarada” dos Jogos Olímpicos de Pequim. Os atletas vão usar máscaras especialmente desenhadas para enfrentar a poluição da capital chinesa.

O doutor Randy Wilber, fisiologista-chefe do USOC (iniciais inglesas do Comitê), sabe que a elite do esporte dos EUA vai fazer de tudo para melhorar a performance em meio ao ar poluído que se tornou o maior temor dos competidores na Olimpíada. “Sei que, se deixar, atleta é capaz de treinar numa garagem fechada, com o carro ligado, só para se adaptar a uma forte concentração de dióxido de carbono”, disse ao jornal Washington Post em tom de brincadeira.

Afinal, inalar o gás emitido pelo escapamento de carros termina em morte. Dr. Wilber diz que existem poucas alternativas para evitar a influência do ar poluído no desempenho esportivo: “Só nos resta estimular os atletas a treinarem o maior tempo possível fora de Pequim e, assim que pisarem lá, utilizarem máscaras antes das competições.”

Comitês Olímpicos de outros países, como o Brasil, Inglaterra, Suécia e Alemanha, preparam “centros de treinamentos” em lugares próximos da China. O Japão é a primeira opção. A comissão técnica da seleção brasileira de futebol vai definir onde será feita a preparação próxima aos Jogos. O técnico Dunga já disse que vai levar o time para algum lugar na Europa ou até mesmo na Ásia. “Vamos estudar as opções e ver experiências anteriores para definir o que vamos fazer”, disse.

O próprio Dr. Wilber admite que estas opções provocam efeito colateral nas relações com a China. “Sabemos que a imagem de atletas usando máscaras na Vila Olímpica não fará bem aos organizadores do evento”, disse. O fisiologista negou, no entanto, que o uso da proteção se estenda durante as competições. “Aí seria embaraçoso demais”, afirmou.

A poluição em Pequim é o grande inimigo do governo chinês que trata a Olimpíada de 2008 com o lema de “jogos verdes”. Os níveis de poluentes no ar, em um dia normal da cidade, é cinco vezes maior do que os índices considerados aceitáveis pela Organização Mundial de Saúde.

Os organizadores garantem que o ar estará mais limpo a partir do início de agosto. Os Jogos começam no dia 8. Até lá e durante um mês, será utilizado um sistema de rodízio de carros, fábricas deverão permanecer fechadas e sistemas de aquecimento e luz provenientes da queima de carvão deverão sofrer redução.

Mesmo com o anúncio dessas medidas, os Comitês Olímpicos ainda acham que o desempenho dos atletas deverá ser afetado pela poluição. Os casos recentes, com a emissão de gases a todo o vapor em Pequim, são assustadores. O etíope Haile Gebrselassie, recordista mundial da maratona e bicampeão olímpico dos 10 mil metros, pode optar pela participação em apenas umas das duas provas. Ele tem problemas respiratórios. A tenista belga Justine Henin, número um do mundo, sofre de asma. Ela já expressou preocupação com os exames anti-doping, porque vai precisar usar remédios bronco-dilatadores.

O ciclista norte-americano Colby Pearce, de 35 anos, competiu nos eventos testes de Pequim no ano passado. Ele jura que viu “nuvens de poluição” dentro do velódromo. “Quando você tosse e expele muco escuro, é melhor parar por um segundo e se perguntar: ´Não tem algo errado aí?´”.

Nos próximos meses, o Dr. Wilber e o USOC vão intensificar visitas a Pequim para medir índices de poluição. Além disso, vão conversar com a Comissão Anti-Doping dos Jogos sobre o que se pode fazer para autorizar atletas com problemas alérgicos e respiratórios a se medicarem antes das competições. O Comitê Olímpico dos EUA já encomendou a compra de 2 mil máscaras ao custo de 25 dólares cada uma.

Curiosidades: Trampolim acrobático

Fevereiro 5, 2008 por natanaelgarcia2

Trampolim acrobático é um esporte praticado sobre um Trampolim.

As origens do trampolim repousam na Idade Média, nas performances dos acrobatas e dos trapezistas de circo – estes com seus saltos realizados a partir do impulso da rede de segurança. Suas regras foram formatadas pelo professor de educação física americana George Nissen e sua estréia como modalidade olímpica aconteceu nos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, em 2000. Sobre uma tela, geralmente de nylon, de 5m x 3m, o atleta salta até atingir cerca de 6m de altura e executa 20 elementos técnicos. Oito juízes são responsáveis pelo julgamento – um é denominado juiz central, cinco avaliam a execução e dois observam o grau de dificuldade. A ginástica de trampolim é disputada por homens e mulheres. Há também o trampolim sincronizado, em que atletas se apresentam em trampolins diferentes, mas executam os movimentos simultaneamente.

O trampolim, assim como o Tumbling e Duplo Mini são modalidades novas no contexto esportivo, e não faz muito tempo que a Ginástica de Trampolim, antes conhecida como Trampolim Acrobático passou a ser um esporte Olímpico.

O Trampolim

3 Vocabulário e Saltos


Pinheiros parece querer contratar Laís Souza

Fevereiro 1, 2008 por natanaelgarcia2

Segundo site “A Tarde” que além de Jade Barbosa, o mais novo clube de Daiane dos Santos, pinheiros, quer contratar a paulista Laís Souza depois das Olimpíadas, quando a seleção permanente será desfeita. Espero que o clube tenha estrutura muito boa e condições realmente boas para manter essas três estrelas da ginástica Brasileira.

As últimas do Bloguinho da Jade

Janeiro 30, 2008 por natanaelgarcia2
Jade cada vez mais longe do Flamengo:
A ginasta Jade Barbosa pode seguir os passos de Daiane dos Santos e poderá treinar em São Paulo, mais precisamente no clube Pinheiros. Leia mais.

Jade participa da votação internacional pelo International Gymnat:
Olá, o IG (International Gymnast) está promovendo uma votação entre os melhores de 2007… Leia mais.

Flamengo oferece pouco e Jade deve ir para o Pinheiros:
O pai da ginasta Jade Barbosa, César Rodrigues, saiu triste da reunião desta sexta-feira com o departamento de Finanças do Flamengo para decidir o futuro de sua filha… Leia mais.

Serenidade, o trunfo de Diego para Pequim

Janeiro 25, 2008 por natanaelgarcia2

GLOBOESPORTE.COMSimone Evangelista

O ano de 2008 tem tudo para ser o mais importante da vida de Diego Hypólito, que se prepara para ir às Olimpíadas pela primeira vez. No entanto, surpreendentemente, o ginasta vive um início de temporada mais tranqüilo do que nos anos anteriores.

- Voltei das férias muito melhor do que no ano passado. Emagreci mais. Em 2007, voltei com 71kg, desta vez voltei com 67kg. Mas não me preocupei. Brinquei muito, passei, aproveitei para voltar à infância. Estou realmente descansado – garante o ginasta.

A serenidade de Diego tem explicação: com o sonho de disputar os Jogos adiados em 2004 (o ginasta não conseguiu se classificar no Pré-Olímpico de 2003), o ginasta estava ansioso para garantir a chance de disputar a competição no auge de sua carreira.

– Ir para as Olimpíadas era muito difícil. Se a seleção não se classificasse no Mundial Pré-Olímpico, eu só teria uma chance, no meu melhor aparelho (Diego se classificou após conquistar o bicampeonato mundial no solo). São cinco minutos de apresentação e uma chance que você só tem de quatro em quatro anos. Em 2003, a equipe não se classificou e eu não fui para as Olimpíadas. Isso me preocupou muito. É o único campeonato que eu quero disputar e ainda não consegui. Agora que me classifiquei, estou mais tranqüilo.

Para brilhar em Pequim, a receita de Diego é simples: muita dedicação nos treinos. No entanto, apesar da rotina pesada de preparação, o ginasta não pretende abrir mão de seus passatempos, como ir à praia. Neste momento, por exemplo, ele conta os minutos para uma de suas datas prediletas: o Carnaval.

- Eu vou à praia, não deixo de fazer nada que eu goste, desde que não atrapalhe o meu treinamento. Vou desfilar na Portela mais uma vez, fui aos ensaios da escola e espero mais um show na Sapucaí – conta.

Pinheiros também quer a estrela Jade

Janeiro 25, 2008 por natanaelgarcia2

Ginástica Artística

A nossa estrela Jade Barbosa está na lista de reforços do Pinheiros para a temporada 2008, ano passado campeã pan-americana do salto e bronze no individual geral no Mundial de Stuttgart.

Além de negociar com a carioca de 16 anos…. (leia mais).

Ginasta Pernambucana Treina em Curitiba

Janeiro 24, 2008 por natanaelgarcia2


Desde o início do mês os dias estão sendo diferentes para a ginasta Letícia Lima e sua técnica Marileide da Costa. As duas pernambucanas estão em Curitiba realizando um estágio de treinamento no Centro de Excelência da Ginástica Artística.

Letícia faz parte do projeto Espaço Criança Esperança, que tem como objetivo tirar crianças das ruas e coloca-lás para praticar um esporte. Entre as atividades desenvolvidas está a ginástica artística, que tem 125 crianças participantes. Para a técnica Marileide a atleta Letícia se destacou entre a turma e é uma promessa pernambucana. “Ela tem uma estrela dentro dela, só precisa treinar, porque talento ela tem”.

E é pensando neste treinamento mais avançado que ginasta e técnica vieram a Curitiba. Com ajuda do projeto e da Confederação Brasileira de Ginástica elas ficarão vinte dias na cidade treinando em aparelhos oficiais. “O ginásio aqui é completo, a estrutura é impecável, lá a gente não tem um espaço fixo, não tem paralela, e os aparelhos que temos é tudo improvisado”, comentou Marileide.

Para a técnica os vintes dias aqui vão equivaler a muitos meses de treinos em Pernambuco. “Estou espantada com tudo que Letícia está assimilando, ela já está fazendo quase todos os elementos necessários para participar do Torneio Nacional no nível avançado”. E para Letícia os treinamentos estão com um gostinho diferente.

“Aqui é muito bom treinar, ainda mais treinando ao lado das meninas da seleção, um dia quero ser igual a elas.”

CBG

Ginástica Ritmica tem coreografias prontas para Pequim

Janeiro 23, 2008 por natanaelgarcia2

O conjunto brasileiro de ginástica rítmica, que retornou aos treinos recentemente, já está treinando com força total para o primeiro semestre de competições. Com as coreografias já definidas no final do ano passado a equipe ganhou tempo e começou 2008 treinando forte.

As ginastas Tayanne Mantovaneli, Marcela Menezes, Luiza Matsuo, Nicole Muller, Natália Peixinho, Daniela Leite, Luana Faro e Nickolle Abreu, que integram o conjunto brasileiro, terão sua primeira competição no final do mês de março, na Ucrânia.

A equipe brasileira ficará fora do país por um mês, entre março e abril, fazendo três amistosos e um estágio de treinamento na Bulgária. “Estas competições no primeiro semestre do ano são muito importantes para nossa preparação para os Jogos de Pequim”, cometa a técnica Monika Queiroz.

As atletas atualmente estão treinando em média sete horas diárias, divididas em dois treinos, um pela manhã e outro pela tarde.

CBG

Destino das ginastas da seleção permanente começam a ser traçados

Janeiro 16, 2008 por natanaelgarcia2


Após 10 anos, a ginástica feminina brasileira será delineada fora de Curitiba. A transição política da Confederação Brasileira da modalidade, mesmo marcada para 2009, antecipou as decisões sobre o destino das atletas. Após os Jogos Olímpicos de Pequim, apenas três das nove ginastas da seleção pretendem permanecer na capital.

A debandada – iniciada com o fim da seleção permanente masculina em 2007 – , terá várias direções e levará consigo as principais expoentes do esporte.

A primeira a indicar o seu futuro foi Daiane dos Santos. Na semana passada, ela confirmou as negociações para transferir-se para o Pinheiros (SP) ao fim do seu último ciclo olímpico. A idéia é tanto treinar como iniciar a transição para fora dos aparelhos. Este ano, Daiane conclui a faculdade de Educação Física e gostaria de trabalhar como treinadora ou coordenadora de equipe.

“Ainda faltam alguns detalhes burocráticos com o clube e não está tudo definido. A estrutura lá me motivou”, explicou a Pérola Negra. O Pinheiros firmou recentemente uma parceria com a tradicional academia paulista de ginástica Yashi.

Daniele Hypólito e Jade Barbosa nem precisam negociar a mudança. Formadas no Flamengo, a troca do local de treinamento terá o sabor de uma volta para casa. “Tenho uma identificação muito grande com as cores do clube e também gostaria de voltar por toda a minha história lá”, comentou Daniele, que pretende seguir a carreira até a Olimpíada de 2012, em Londres. “Vou ficar mais perto da minha família e para o clube é importante ter uma atleta treinando lá”, acrescentou Jade Barbosa, promessa brasileira na China.

Com o encerramento das atividades da seleção permanente. A gaúcha Juliana Santos também pretende retornar ao antigo lar, o Grêmio Náutico União, em Porto Alegre.

Já Milena Miranda, da Yashi-SP, estuda ficar em Curitiba “Eu ainda não sei, mas gostaria de continuar com a minha técnica, porque já estou acostumada.”

Irina Ilyaschenko será a única estrangeira a permanecer na cidade. Oleg Ostapenko e a esposa Nadia encerram seus contratos após os Jogos de 2008. Símbolo da revolução da ginástica, Oleg até analisa continuar no Brasil, mas como um consultor de treinadores e não mais como o responsável pela equipe nacional.

No caminho inverso de Milena, Laís Souza, filiada à Federação Paranaense, examina os convites recebidos para deixar a cidade. “Acho que seria legal mudar um pouco, conhecer outras pessoas, outros desafios”, disse.

Assim, seguem com boas chances se prosseguir o trabalho no Paraná apenas Khiuani Dias, Ethiene Franco e Ana Cláudia de Araújo. Após representarem a Universidade do Esporte (agora extinta) e a Associação Sanepar, as atletas seguiriam defendendo a Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal do Paraná (APCEF/ PR), parceria sacramentada em agosto passado.

“Não vejo o risco deste apoio ser ameaçado pela saída de algumas atletas”, afirmou a coordenadora geral da seleção, Eliane Martins.