Arquivo da categoria ‘Ginástica Artística’

Marian Dragulescu pode não participar das Olimpíadas ou até mesmo encerrar carreira

Março 3, 2008


O ginasta romeno Marian Dragulescu foi vetado pelos médicos de treinar por causa de uma lesão nas costas e pôs em dúvida a participação nos Jogos Olímpicos de Pequim e a própria continuidade da carreira.

Dragulescu já foi três vezes campeão mundial do solo, especialidade de Diego Hypólito, e tem a medalha de prata das Olimpíadas de Atenas no exercício.

“Eu tenho um problema nas costas novamente e os médicos pediram para eu ir aos Estados Unidos para exames mais detalhados, que não podem ser feitos na Romênia. Eu vou saber se minha carreira está prejudicada após estes exames”, disse o romeno.

Ano passado, Dragulescu já havia sido vetado para a disputa do Mundial de Stuttgart, onde viu o brasileiro ficar com o ouro. Em 2006, o romeno tinha tirado o primeiro lugar de Hypólito na competição.

“Fiquei assustado quando os médicos pediram para eu parar e analisar melhor se há um perigo para a minha carreira”, completou o ginasta neste domingo.

UOL Esporte entrevista Daiane dos Santos

Março 3, 2008

UOL Esporte: Como está sua preparação para os Jogos Olímpicos?Daiane dos Santos: Estou treinando a mil! Meu foco está, desde o ano passado, todo voltado para Pequim. Estou recuperada da lesão, treinando normalmente. Não senti mais dores, e espero que consiga melhorar neste ano.

UOL Esporte: Como você reagiu às várias lesões que teve no ano passado? DS: Na verdade, não foram vários problemas, foi um só no pé, uma lesão grave, séria. Fiquei quatro meses parada para recuperar. Tive um problema na cartilagem, que é algo difícil de recuperar, tinha até um pedacinho de osso solto. Eu já estava machucada antes do Pan, tinha uma infecção no pé, mas ela se agravou e virou uma lesão. Não acho que tenha sido um ano ruim. Acho que lesão acontece no esporte, nos horários mais impróprios.

UOL Esporte: E já sabe como será sua coreografia nas Olimpíadas? Você vai mesmo mudar a música? DS: Estamos vendo isso ainda. Ainda não sei se vamos trocar a música ou mexer na coreografia. Estamos treinando há dois meses. Já voltei a fazer a parte acrobática, os movimentos estão saindo direitinho, e estamos limpando os elementos. Antes de Pequim, ainda temos etapas de Copa do Mundo. Depois definiremos a série

UOL Esporte: Você acha que esse é o grupo mais forte que o Brasil já teve para uma olimpíada? DS: Não sei se é o mais forte, mas temos muitas chances. Eu tenho chance no solo, sou a primeira do ranking. Tem a chance da Jade, do Diego, até da Laís se estiver bem no salto, sem contar a equipe. Acho que nossa equipe tem chance de brigar pelo terceiro ou quarto lugar, mas isso não é uma promessa.

UOL Esporte: Essa vai ser a competição mais importante da sua carreira? DS: Eu acho que toda competição é importante. Essa agora é a mais importante porque meu foco está todo nela. Até tranquei a faculdade neste ano, para poder me dedicar só a isso. [Daiane cursa o sétimo semestre de Educação Física na Faculdade Dom Bosco]

UOL Esporte: Você já definiu se vai se aposentar após Pequim? DS: Logo após Pequim não, porque eu ainda quero disputar a grande final da Copa do Mundo no fim do ano. Depois, eu não sei. Procuro sempre pensar em um ano de cada vez.UOL Esporte: Como você acha que será esse momento de encerrar a carreira?DS: Vou estar preparada. Todo atleta tem o seu limite, mas ele não precisa estar sem condição nenhuma de competir para se aposentar. Às vezes a gente tem aquela sensação de dever cumprido. Será uma decisão minha. Vou passar a ver a ginástica por outro lado, mas sempre estarei envolvida com ela.

UOL Esporte: A seleção permanente em Curitiba terá fim após as Olimpíadas. O que você pensa disso? DS: Agora não tem como achar nada, porque ainda não sabemos como tudo vai ficar. Só sei que vou treinar em São Paulo [no Pinheiros] como aqui, mas nada vai mudar em termos de treino. Cada atleta vai continuar seu ritmo. Espero que não comprometa nossos resultados. A gente já aprendeu muito, agora é só manter.

UOL Esporte: E a mudança para São Paulo, será tranqüila? DS: Ah, eu estou acostumada com cidade grande. Gosto muito de São Paulo, tenho parentes lá. Acho que não vou estranhar muito, porque gosto do agito e isso é o que mais tem em São Paulo. Vou estranhar o trânsito, mas já falei para os meus amigos que vou comprar uma bicicleta (risos).

Daniele e Laís não prevêem dificuldades de adaptação após fim da seleção

Fevereiro 22, 2008

Se os clubes já estão empolgados com a desintegração da seleção permanente de ginástica artística após os Jogos de Pequim, as atletas da equipe não querem pensar em outra coisa agora que não sejam as Olimpíadas. Entrevistadas pelo UOL Esporte, Daniele Hypólito e Laís Souza admitem que seu foco é outro neste início de ano.

“Pra falar a verdade, nem tenho pensado muito nisso, porque o nosso foco agora é a olimpíada. Sempre tive o Flamengo como clube, acho que não terei problema de adaptação, mas realmente não sei o que vai acontecer”, afirma Daniele, que, mesmo natural de Santo André, viveu grande parte de sua infância no Rio de Janeiro e, há anos, é atleta do clube da Gávea. “A presidência da CBG [Confederação Brasileira de Ginástica] vai mudar, os projetos vão mudar, e toda mudança leva um tempo”.

Estudante de Educação Física da Faculdade Dom Bosco, a veterana atleta admite que sua única dificuldade ao sair de Curitiba será transferir-se para outra escola no retorno ao Rio. “Pra mim, o mais difícil vai ser mudar de faculdade, porque cada uma tem sua linha de ensino”, explica Daniele. “Mas agora minha matrícula está trancada, porque esse ano é muito importante para nós atletas. Ficaria difícil conciliar o ritmo forte dos treinamentos com os estudos”.

Sobre o resultado das atletas em competições internacionais, a ginasta não acredita que a dissolução da seleção permanente possa ser negativa. “Nós, atletas, vamos continuar treinando da mesma maneira. Não é porque a gente vai pro clube que deixaremos de pertencer à seleção. A diferença é que, agora, as seletivas para integrar a seleção vão voltar a acontecer”, comenta. “Com certeza, os clubes vão ter que readaptar suas estruturas, porque já faz quase seis anos que treinamos com a seleção em Curitiba”.

Recomeço para Laís

Enquanto Daniele Hypólito permanece no Flamengo, Laís Souza tem outro desafio pela frente. Depois de anos defendendo clubes paranaenses, a ginasta de Ribeirão Preto já definiu seu retorno a São Paulo, agora para a capital do estado, onde treinará no Pinheiros. O acerto com o clube já está apalavrado, faltando apenas a assinatura no contrato.

“Tenho que ir pra São Paulo para resolver, mas só falta fechar”, confirma Laís, que ainda não consegue imaginar as conseqüências de sua mudança. “Ainda não deu tempo de parar pra pensar sobre isso. É uma nova experiência. Vou experimentar, mas acho que tem tudo para dar certo”.

Para a atleta de 19 anos, cada uma das ginastas que deixam a seleção permanente poderá seguir um caminho de sucesso, desde que se dedique com a mesma intensidade apresentada em Curitiba. “Acho que o sucesso em outras competições daqui pra frente vai depender de cada uma. Quem quiser continuar treinando forte, vai ter resultado”.

Clubes ‘comemoram’ dissolução da seleção permanente de ginástica

Fevereiro 22, 2008


Repleto de expectativas para os Jogos de Pequim, o universo brasileiro da ginástica artística já está se preparando para um novo cenário pós-olimpíada. Logo após a competição, a seleção permanente será desintegrada, uma vez que a atual diretoria da Confederação Brasileira de Ginástica, presidida por Vicélia, será substituída em eleição no início de 2009. Cada uma das nove atletas que hoje compõem o grupo migrará para um novo clube, e as agremiações vêem aspectos bastante positivos na novidade.

A proximidade do fim do grupo permanente promoveu uma verdadeira corrida entre os clubes em busca de contratações e renovações. O Pinheiros, que contava com Adan Santos e Luiz Augusto dos Anjos da seleção masculina, investiu pesado e trouxe para o seu elenco ninguém menos do que Daiane dos Santos e Laís Souza (que ainda não assinou, mas já está apalavrada com o time). O Flamengo, de Daniele Hypólito, Diego Hypólito e Victor Rosa, teve muito trabalho, mas conseguiu segurar Jade Barbosa. O Grêmio Náutico União, de Mosiah Rodrigues, terá de volta Juliana Santos.

Os clubes são unânimes em dizer que sua visibilidade será maior a partir de setembro. Para aqueles que já cediam suas atletas à seleção, será uma maneira de, efetivamente, lucrar com elas, já que os salários sempre foram pagos mesmo com as meninas em Curitiba.

“O clube forma e, quando elas estão prontas, a seleção leva. A gente acaba tendo pouco retorno”, explica Patrícia Amorim, vice-presidente de esportes olímpicos do Flamengo. “Além disso, fica um legado para o clube e para o esporte. Com elas lá em Curitiba, os treinadores dos clubes acabam não aprendendo nada. Seria interessante trabalhar em parceria, havendo um intercâmbio com a CBG. Assim, nós estaríamos habilitados para descobrir novos talentos. Do jeito que está, fica caro para o clube”.

Adriana Alves, técnica do Grêmio Náutico e membro do comitê técnico de ginástica artística da CBG, atenta para outro fator. “Os atletas em casa, nos clubes, servem como espelhos para os grupos em formação. A presença deles aumenta o número de alunos e a condição técnica do clube”, diz a treinadora. “O Pinheiros está buscando uma visibilidade maior, por isso está contratando atletas renomados”, informa a assessoria de imprensa do clube paulista.

Apesar da empolgação, as agremiações sabem que terão de sofrer uma readaptação para receber atletas de alto nível. “A seleção tem um estrutura de primeiro mundo. Nos clubes nós não temos essas condições”, admite Adriana Alves, que também prevê dificuldades iniciais para as atletas. “Hoje nós temos uma seleção com os melhores equipamentos, um espaço grande para treinamento, escola para as meninas, assistência médica. Retornando aos clubes, elas vão ver que cada um tem suas peculiaridades. Elas vão ter que dividir o espaço com as escolinhas e os grupos em formação. Isso vai dificultar pra elas, que estão acostumadas com mordomias lá em Curitiba”.

Para bancar as novas despesas, que incluem alto investimento em infra-estrutura e pagamento de salário, os clubes já pensam em como angariar uma renda extra. É o caso do Flamengo. “O clube tem o patrocínio geral da Petrobras e da Nike. Queremos aliar outras receitas buscando novos recursos. O departamento de esportes olímpicos tem um orçamento anual. Agora, as prioridades são a ginástica e o basquete. Então, vamos rearranjar as finanças, e as outras modalidades vão receber menos. É uma disposição orçamentária. O ideal seria que houvesse um patrocínio individual para cada modalidade”.

Não subestimem as meninas da Ginástica Brasileira

Fevereiro 19, 2008

A cada ano, a Ginástica brasileira vem se destacando mais. Em meados de 1990, Luísa Parente mostrou o que sabia fazer de melhor e conquistou medalhas de ouro nas barras assimétricas e salto sobre o cavalo no Pan de Havana.

Muitooo tempo depois, em 2001, saímos do reconhecimento continental, para o mundial com Daniele Hypólito, vice-campeã do solo.

Em 2003, Daiane foi a primeira brasileira a ser campeã de alguma categoria da Ginástica e, apesar de suas más fases nestes últimos anos, ainda lidera o ranking do solo. Uma negra de muita determinação e talento, que com muita certeza, batalhará ao máximo para brilhar em Pequim.

Apesar destas duas medalhas em Mundiais, foram precisos 16 anos, para voltarmos a sentir o gostinho de ganhar a medalha dourada em Pan-Americanos e a estrela da vez, Jade Barbosa, no salto sobre o cavalo! Esta ginasta, conquistou o terceiro lugar no Individual Geral, que por muito pouco, seria a campeã da categoria, poderia lever outra medalha, mas foi inédito para o nosso país. E em uma competição nacional, assustou aos chineses, com o salto Cheng, mesmo não sendo executado com perfeição, foi espantosamente elogiada por todos.

Falando em equipe, em 2006 estávamos em sétimo lugar, e no ano passado, na quinta colocação. Podemos pensar que, devido a russa que tirou nota mínima em seu salto, tenha nos ajudado, talvez um pouco, mas esta posição é principalmente, mérito das ginastas brasucas, sendo que muitas delas, estavam contundidas. Daiane dos Santos, Laís Souza e Ana Cláudia Silva competiram com muitas limitações e foram submetidas a cirurgia. Juliana Santos ficou em casa, também machucada e Milena Megumi, apesar de sem lesões, infelizmente não teve oportunidade de nos mostrar todo seu potencial.

Na pontuação, ficamos apenas 0, 325 pontos atrás das italianas e se Deus quiser, as garotas estarão bem, treinar elas treinam, talento elas tem! Esperaremos com bastante esperança e ansiedade para ver essas meninas brilharem!



Daiane pensa em estender sua carreira

Fevereiro 18, 2008

Ginasta, que anunciara adeus para dezembro e sofre com lesões, crê que 2008 pode ser ano mais tranqüilo desde 2003

Atleta fecha contrato com o Pinheiros e quer aproveitar primeira passagem pela cidade para finalizar estudo e investir em seu instituto

A assinatura de contrato com o Pinheiros representará uma extensão na carreira da ginasta Daiane dos Santos.

A atleta gaúcha, 25, que chegou a anunciar sua despedida dos tablados para Pequim, em agosto, e, depois, para a finalíssima da Copa do Mundo, em dezembro, agora quer ir além.
“Tenho acordo com o Pinheiros até o final do ano. Gostei muito da estrutura e do tratamento dado à ginástica. Por isso, toparia continuar em 2009, há até essa possibilidade no contrato”, afirma a atleta.

O desejo de prolongar a carreira casa com outro projeto de Daiane, o de se finalizar a faculdade de educação física. Devido às idas e vindas de campeonatos e concentrações, ela tem assistido ao curso, segundo seu estafe, desde 2002.
“Tenho um projeto [o de lançar o Instituto Daiane dos Santos]. E, se tudo correr bem, será excelente, pois poderei competir, estudar e, ao mesmo, adquirir know-how para tirar o instituto do papel”, afirma.

Após dois anos sem clube, Daiane diz ter ficado impressionada com o Pinheiros, que possui 40 ginastas (18 homens e 22 mulheres) e sete técnicos.
Mas, além dos projetos, principalmente, a campeã mundial em 2003 e atual líder do ranking mundial de solo afirma que o plano de esticar sua carreira deve-se ao fato de acreditar que esta temporada será a mais tranqüila desde que atingiu o estrelato no que diz respeito a contusões.
“Nos últimos anos, não pude competir muito. Eram os joelhos, o cotovelo, os pés. Agora ainda estou finalizando o processo de recuperação do pé direito, que passou por cirurgia no ano passado. Devo estar 100%, muito em breve”, diz.

Apesar de ter tido suas últimas atuações prejudicadas pelas contusões, como no Pan e no Mundial, Daiane crê que pode render mais em 2008.
“Em 2007, sabia que tinha que atuar para ajudar a equipe. Agora, será diferente. Apesar de muitos não perceberem, faço três aparelhos [solo, salto e paralelas assimétricas]“, diz.

A intenção de esticar sua carreira reforça estudo da Federação Internacional de Ginástica, que indica que as ginastas estão se aposentando cada vez mais tarde. Segundo o levantamento, as ginastas, que antes desistiam até 23 anos, agora têm atuado em média 3,5 temporadas a mais.
Daiane se apresenta no dia 20 ao Pinheiros, mas só deve figurar efetivamente na cidade a partir de setembro -será a primeira vez na carreira que ela irá se basear em São Paulo.
Ela só será dispensada da seleção após a Olimpíada.

A ginasta diz que o desejo de esticar a carreira não significa deixar a elite. “Não sabemos como ficará a seleção após a Olimpíada, mas lutarei para estar lá. E, com o Pinheiros, posso disputar o Brasileiro.”
O clube acenou com a vontade de estender o vínculo com a ginasta. “Com a Daiane, o Pinheiros quer motivar os atletas a conquistar mais resultados para o país”, afirma o presidente Antonio Moreno Neto.
Pelo contrato, a atleta também tem liberdade para angariar patrocínios pessoais, que não ostenta no momento.

Hamm retorna de aposentadoria e se vê aspirante ao ouro olímpico

Fevereiro 11, 2008

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O norte-americano Paul Hamm, atual campeão olímpico de ginástica artística na classificação geral por aparelhos, encerrou seu período de “férias voluntárias” e já se vê como aspirante ao título nos Jogos de Pequim, em agosto.

Em sua primeira competição depois de dois anos e meio, em torneio nos Estados Unidos disputado no fim de semana, Hamm ficou com o título com facilidade.

O resultado fez com que o ginasta já se empolgasse com a possibilidade de ir a Pequim e conquistar outro ouro. Para isso, ele vê como obstáculo o chinês Wei Yang. “De nenhuma maneira eu penso que posso vencê-lo, mas sei que posso fazer isso se ele cometer algum erro.”

Para os companheiros de Hamm na seleção dos EUA, ele é, desde já, um dos favoritos. “Ele não tem nenhum ponto falho”, disse Sasha Artemev, bielo-russo naturalizado americano. “É forte nos seis aparelhos, enquanto Wei falha na barra. Para mim, Hamm é o homem a ser batido.”

Hamm, 25, voltou aos treinamentos há sete meses. No período afastado, o ginasta se dedicou aos estudos e finalizou a faculdade de contabilidade.

Vejam a incrível série de barra fixa das Olimpíadas de Atenas:

Pinheiros parece querer contratar Laís Souza

Fevereiro 1, 2008

Segundo site “A Tarde” que além de Jade Barbosa, o mais novo clube de Daiane dos Santos, pinheiros, quer contratar a paulista Laís Souza depois das Olimpíadas, quando a seleção permanente será desfeita. Espero que o clube tenha estrutura muito boa e condições realmente boas para manter essas três estrelas da ginástica Brasileira.

As últimas do Bloguinho da Jade

Janeiro 30, 2008
Jade cada vez mais longe do Flamengo:
A ginasta Jade Barbosa pode seguir os passos de Daiane dos Santos e poderá treinar em São Paulo, mais precisamente no clube Pinheiros. Leia mais.

Jade participa da votação internacional pelo International Gymnat:
Olá, o IG (International Gymnast) está promovendo uma votação entre os melhores de 2007… Leia mais.

Flamengo oferece pouco e Jade deve ir para o Pinheiros:
O pai da ginasta Jade Barbosa, César Rodrigues, saiu triste da reunião desta sexta-feira com o departamento de Finanças do Flamengo para decidir o futuro de sua filha… Leia mais.

Serenidade, o trunfo de Diego para Pequim

Janeiro 25, 2008

GLOBOESPORTE.COMSimone Evangelista

O ano de 2008 tem tudo para ser o mais importante da vida de Diego Hypólito, que se prepara para ir às Olimpíadas pela primeira vez. No entanto, surpreendentemente, o ginasta vive um início de temporada mais tranqüilo do que nos anos anteriores.

- Voltei das férias muito melhor do que no ano passado. Emagreci mais. Em 2007, voltei com 71kg, desta vez voltei com 67kg. Mas não me preocupei. Brinquei muito, passei, aproveitei para voltar à infância. Estou realmente descansado – garante o ginasta.

A serenidade de Diego tem explicação: com o sonho de disputar os Jogos adiados em 2004 (o ginasta não conseguiu se classificar no Pré-Olímpico de 2003), o ginasta estava ansioso para garantir a chance de disputar a competição no auge de sua carreira.

– Ir para as Olimpíadas era muito difícil. Se a seleção não se classificasse no Mundial Pré-Olímpico, eu só teria uma chance, no meu melhor aparelho (Diego se classificou após conquistar o bicampeonato mundial no solo). São cinco minutos de apresentação e uma chance que você só tem de quatro em quatro anos. Em 2003, a equipe não se classificou e eu não fui para as Olimpíadas. Isso me preocupou muito. É o único campeonato que eu quero disputar e ainda não consegui. Agora que me classifiquei, estou mais tranqüilo.

Para brilhar em Pequim, a receita de Diego é simples: muita dedicação nos treinos. No entanto, apesar da rotina pesada de preparação, o ginasta não pretende abrir mão de seus passatempos, como ir à praia. Neste momento, por exemplo, ele conta os minutos para uma de suas datas prediletas: o Carnaval.

- Eu vou à praia, não deixo de fazer nada que eu goste, desde que não atrapalhe o meu treinamento. Vou desfilar na Portela mais uma vez, fui aos ensaios da escola e espero mais um show na Sapucaí – conta.